Aliados

terça-feira, 2 de agosto de 2011

BURBERRY

Depois de um domingo de frio, chuva  e concurso mega concorrido. De uma segunda com resultados positivos, gabaritos e recursos, volto com uma sensação de alívio. Concurso é estratégia, perseverança... É  FILA... E eu estou ganhando algumas posições.


Mas hoje vim falar de uma coisa que eu amo. Que me faz um bem enorme. Venho falar de perfume. Sou daquelas que uso perfume até para dormir. Acho que perfume trás sensações intensas. Pode me fazer poderosa, meiga, mulher, menina. Nada como um bom cheirinho para acalentar a alma e despertar sentidos. Fiquei com vontade de comprar um perfume depois de ler alguns comentários num site de vendas. Resolvi senti-lo numa loja física. Decepção total no primeiro momento. Fui para casa com a impressão de ter sido enganada virtualmente. Ainda no caminho o perfume evoluiu de um jeito maravilhoso, praticamente cheirei o que eu li no site. Nossa! Comprei. Esperei. Amei!
Comprei AQUI

O que ele diz ser: Floral frutal, com notas de pêssego, groselha preta, cedro, baunilha e almíscar. Para a mulher serena, jovem, elegante e segura de si.
O que compartilho: Ele não é nenhuma descoberta "da hora" até porque é bem antiguinho. Também não faz o estilo perfumão. Acho ele bem clássico. Dá para usar durante o dia ou a noite sem causar desconforto, aliás, tá aí uma palavra bacana: Confortável! Ele consegue ser delicado e sensual ao mesmo tempo. Sofisticado e elegante. Sinto uma sensação de tranquilidade e aconchego principalmente depois de algumas horas. Quanto a fixação, na minha pele, é de 5 a 6 horas.


Vanessa
Eutimia


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

NOSSOS DIAS MELHORES NUNCA VIRÃO?

Fico impressionada com os textos que são escolhidos pelas bancas de concurso público. Confesso que aprecio muito a literalidade de Jabor.  Vale a pena ler e refletir.

   Ando em crise, numa boa, nada de grave. Mas, ando em crise com o tempo. Que estranho "presente" é este que vivemos hoje, correndo sempre por nada, como se o tempo tivesse ficado mais rápido do que a vida, como se nossos músculos, ossos e sangue estivessem correndo atrás de um tempo mais rápido.
As utopias liberais do século 20 diziam que teríamos mais ócio, mais paz com a tecnologia. Acontece que a tecnologia não está aí para distribuir sossego, mas para incrementar competição e produtividade, não só das empresas, mas a produtividade dos humanos, dos corpos. Tudo sugere velocidade, urgência, nossa vida está sempre aquém de alguma tarefa. A tecnologia nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas, fábricas vivas, chips, pílulas para tudo.
Temos de funcionar, não de viver. Por que tudo tão rápido? Para chegar aonde? A este mundo ridículo que nos oferecem, para morrermos na busca da ilusão narcisista de que vivemos para gozar sem parar? Mas gozar como? Nossa vida é uma ejaculação precoce. Estamos todos gozando sem fruição, um gozo sem prazer, quantitativo. Antes, tínhamos passado e futuro; agora, tudo é um "enorme presente", na expressão de Norman Mailer. E este "enorme presente" é reproduzido com perfeição técnica cada vez maior, nos fazendo boiar num tempo parado, mas incessante, num futuro que "não pára de não chegar".
Antes, tínhamos os velhos filmes em preto-e-branco, fora de foco, as fotos amareladas, que nos davam a sensação de que o passado era precário e o futuro seria luminoso. Nada. Nunca estaremos no futuro. E, sem o sentido da passagem dos dias, da sucessibilidade de momentos, de começo e fim, ficamos também sem presente, vamos perdendo a noção de nosso desejo, que fica sem sossego, sem noite e sem dia. Estamos cada vez mais em trânsito, como carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa, e cada vez mais nossa identidade vai sendo programada. O tempo é uma invenção da produção. Não há tempo para os bichos. Se quisermos manhã, dia e noite, temos de ir morar no mato.
Há alguns anos, eu vi um documentário chamado Tigrero, do cineasta finlandês Mika Kaurismaki e do Jim Jarmusch sobre um filme que o Samuel Fuller ia fazer no Brasil, em 1951. Ele veio, na época, e filmou uma aldeia de índios no interior do Mato Grosso. A produção não rolou e, em 92, Samuel Fuller, já com 83 anos, voltou à aldeia e exibiu para os índios o material colorido de 50 anos atrás. E também registrou, hoje, os índios vendo seu passado na tela. Eles nunca tinham visto um filme e o resultado é das coisas mais lindas e assustadoras que já vi.
Eu vi os índios descobrindo o tempo. Eles se viam crianças, viam seus mortos, ainda vivos e dançando. Seus rostos viam um milagre. A partir desse momento, eles passaram a ter passado e futuro. Foram incluídos num decorrer, num "devir" que não havia. Hoje, esses índios estão em trânsito entre algo que foram e algo que nunca serão. O tempo foi uma doença que passamos para eles, como a gripe. E pior: as imagens de 50 anos é que pareciam mostrar o "presente" verdadeiro deles. Eram mais naturais, mais selvagens, mais puros naquela época. Agora, de calção e sandália, pareciam estar numa espécie de "passado" daquele presente. Algo decaiu, piorou, algo involuiu neles.
Lembrando disso, outro dia, fui atrás de velhos filmes de 8mm que meu pai rodou há 50 anos também. Queria ver o meu passado, ver se havia ali alguma chave que explicasse meu presente hoje, que prenunciasse minha identidade ou denunciasse algo que perdi, ou que o Brasil perdeu... Em meio às imagens trêmulas, riscadas, fora de foco, vi a precariedade de minha pobre família de classe média, tentando exibir uma felicidade familiar que até existia, mas precária, constrangida; e eu ali, menino comprido feito um bambu no vento, já denotando a insegurança que até hoje me alarma. Minha crise de identidade já estava traçada. E não eram imagens de um passado bom que decaiu, como entre os índios. Era um presente atrasado, aquém de si mesmo. A mesma impressão tive ao ver o filme famoso de Orson Welles, It's All True, em que ele mostra o carnaval carioca de 1942 - únicas imagens em cores do País nessa década. Pois bem, dava para ver, nos corpinhos dançantes do carnaval sem som, uma medíocre animação carioca, com pobres baianinhas em tímidos meneios, galãs fraquinhos imitando Clark Gable, uma falta de saúde no ar, uma fragilidade indefesa e ignorante daquele povinho iludido pelos burocratas da capital. Dava para ver ali que, como no filme de minha família, estavam aquém do presente deles, que já faltava muito naquele passado.
Vendo filmes americanos dos anos 40, não sentimos falta de nada. Com suas geladeiras brancas e telefones pretos, tudo já funcionava como hoje. O "hoje" deles é apenas uma decorrência contínua daqueles anos. Mudaram as formas, o corte das roupas, mas eles, no passado, estavam à altura de sua época. A Depressão econômica tinha passado, como um grande trauma, e não aparecia como o nosso subdesenvolvimento endêmico. Para os americanos, o passado estava de acordo com sua época. Em 42, éramos carentes de alguma coisa que não percebíamos. Olhando nosso passado é que vemos como somos atrasados no presente. Nos filmes brasileiros antigos, parece que todos morreram sem conhecer seus melhores dias.
E nós, hoje, nesta infernal transição entre o atraso e uma modernização que não chega nunca? Quando o Brasil vai crescer? Quando cairão afinal os "juros" da vida? Chego a ter inveja das multidões pobres do Islã: aboliram o tempo e vivem na eternidade de seu atraso. Aqui, sem futuro, vivemos nessa ansiedade individualista medíocre, nesse narcisismo brega que nos assola na moda, no amor, no sexo, nessa fome de aparecer para existir. Nosso atraso cria a utopia de que, um dia, chegaremos a algo definitivo. Mas, ser subdesenvolvido não é "não ter futuro"; é nunca estar no presente.
Por Arnaldo Jabor.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Como usar lenços e echarpes em vídeo...

Oi pessoas... Sei que estou BEM ausente por aqui, mas tenho um motivo: Estou estudando para concurso novamente. Dou uma passadinha sempre de leve, às vezes comento nos blogs que sou seguidora, mas fazer um post está bastante complicado. 
Há um tempinho atrás, encontrei num site bem bacana que achei por acaso numa pesquisa sem muitas intenções... Hoje compartilho com vocês um vídeo desse site. O vídeo é sobre lenços, cachecóis, echarpes e afins. Sem dúvida nenhuma, são acessórios que valorizam e permitem transformar uma produção simples em ELEGÂNCIA E ESTILO. 
Confesso que tenho alguns cachecóis e uso de forma despretensiosa por falta de ideias bacanas. Com esse friozinho que tem feito, vale a pena tirar o cachecol do baú e escolher uma maneira bem divertida e charmosa de usá-lo. Eu amei a forma que ele é mostrado aqui no vídeo. Dá uma olhada. São 25 maneiras de usar.



Bom. Eu espero que vocês gostem e comentem.   AQUI é o link do site do vídeo. Nele tem várias coisinhas bacanas. Valeu pessoas... Vou voltar aqui para os meus papiros. Até breve.

Vanessa
Eutimia

domingo, 10 de julho de 2011

cozinha

Moramos em várias casas. Quando eu era solteira, também mudei várias vezes, ora com a família, ora para estudar. Acho que a cozinha é uma fábrica de carinho. Amo arriscar receitas novas, receber pessoas queridas, sentir o cheiro de um bolo sendo feito, tomar um cafezinho passado na hora. Nem todas as casas em que moramos, as cozinhas eram funcionais. Tínhamos que nos adaptar a tudo. A última casa mesmo foi a pior. A cozinha era em duas peças, estreita, quente.... Passado! Agora tudo mudou.




Vai um cafezinho aí? O bolo já tá saindo...


A mesa é de madeira de demolição, comprada na Móveis do Bem. Detalhes da compra AQUI.  As cadeiras na Unilar. Também tem post delas AQUI.  "O projeto da cozinha" realizado pela Salem Móveis planejados, mais informações AQUI.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Banheira

Nossa! É um processo fazer uma casa. Por mais que você se prepare para as esperas, os gastos, ter que lidar com as expectativas é um exercício de paciência. Fazia um tempão que não olhava as fotos da obra. Desde janeiro, diariamente, acompanhei com imagens o desenrolar da casinha.
Vamos a banheira. Quem fez o acabamento em granito foi o Afonso. Homem sério de poucas palavras e soluções práticas. Foi ele e sua equipe que fizeram a minha bancada da cozinha. Ele teve uns problemas durante a execução do nosso projeto. Uma perda na família. O que ocasionou em um pequeno e insignificante atraso.


A colocação do granito saiu por 800 dinheiros com prazos negociáveis. Quem estiver precisando de serviços de marmoraria, super indico. Vale lembrar que Afonso foi indicado pelo Ademir, que fez nossa cozinha. No próximo post colocarei umas imagens da nossa cozinha.
Telefone para contato Florianópolis e região: (48) 3334 8107.  Trabalho muito bem feito pela Marmoraria Duarte.

sábado, 25 de junho de 2011

Luz Indireta

Sempre gostei de abajur. Acho aconchegante, charmoso e acolhedor o ambiente ou a casa envolvidos com luz indireta.
Apesar da baixíssima temperatura em Curitiba, no último domingo do mês de maio, fez um dia lindo de sol. Saímos para nos deliciarmos com as belezas da Feira do Largo da Ordem. E, no finalzinho, depois de bolinho de bacalhau, pastel de queijo, bolsas e incensos,  encontramos os tão queridos abajures...
Fomos atendidos pelo Alan e pelo seu pai (um senhor sorridente e muito querido) Para variar o cartão da CEF estava fora de serviço. O que me fez cancelar minha conta de alguns anos nesse Banco. Mas, voltando aos abajures... Compramos 2 pequenos para a sala, com pezinho de imbuia, base de alumínio e cúpula de tecido (linho). Pagamos 38 dinheiros em cada um.

Na sala da luzinha amarela!
Krainski Abajures e Cúpulas
Fones: 41 3257 3702
Celular: 41 9919 2319
Incensos e bolsas de calça jeans.
 Vanessa
Eutimia

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Campanha do agasalho: Calor que vem do coração

 "Já flertei com a bela primavera, tive uma louca paixão pelo verão, namorei e casei com o outono, mas sou amante do inverno."

 Aprecio os dias de inverno. Sou meio manhosa. Gosto de estudar para concurso no inverno. Já fiz isso em janeiro e quase enlouqueci de calor. Acho o sol mais bonito nas tardes de outono/inverno. As pessoas se vestem melhor, principalmente os homens! As comidas quentes, sopas, caldos, chocolate quente e um bom café, tudo é mais apetitoso. Lembro-me, com a chegada do frio, de um comercial antigo que escutava quando criança. Pesquisando no maravilhoso oráculo "Google" encontrei a música que era o hit do meu inverno infantil.

"Quem bate? É o frio... Não adianta bater, eu não deixo você entrar. As Casas Pernambucanas é que vão aquecer o meu lar. Vou comprar flanelas, lãs e cobertores eu vou comprar. Nas Casas Pernambucanas e nem vou sentir o inverno passar."

O vídeo data 1962. Eu não tinha nascido ainda, mas há várias versões do mesmo comercial. Acredito que minhas recordações sejam de 1979,  por aí. A música é a mesma.
 Monalisa sofre um pouco com o frio. "Na Bahia não era assim"... Ela vive encolhida no meio das cobertas. Quando chove então, não sai para nada! Nem prá comer!
 Mas o frio dói. Dói na carne de quem não tem um lar, um cobertor, um casaco. Por isso, há 14 anos, a RBS TV de SC promove a Campanha do Agasalho. Neste ano o slogan é "O calor que vem do coração"
Para saber como participar, acesse AQUI.  Eu e Monalisa já fizemos nossa doação. E você?

Vanessa
Eutimia

sábado, 11 de junho de 2011

Namoro em casa.

Vou aliar o dia dos namorados com decorações românticas. Não dá. Ainda estou no meu momento CASA. Curtindo o meu cantinho. Meio caramujo. Não quero sair de jeito nenhum daqui!
Separei umas imagens de cantinhos românticos. Uma ideia para quem também não quer sair do ninho prá nada. Essas foram tiradas DAQUI

Sofá, vinho, filminho...
Fazer uma coisinha juntos para agradar o paladar

Imagens DAQUI
Que delícia
Não dá para negar que uma lareira no quarto é o máximo de aconchego.
Esse é do chalé em Monte Verde
Chega de quarto? Que tal um banho de banheira?

http://www.maxtemp.com.br
http://www.casaalpina.com

Tenham um lindo dia dos namorados!
Vanessa Eutimia

domingo, 5 de junho de 2011

Willy Zumblick

 “Meu gênero é retratar tudo aquilo que me circunda. Minha pintura tem variações, dependendo das minhas emoções. Aprendi que a gente deve viver e transmitir tudo aquilo que é bom...”

  Palavras com sensibilidade e pinturas que emocionam. Não entendo de teoria da arte, mas ao entrar no museu da Cidade de Tubarão, onde estão expostas as obras do mais importante artista plástico da região, é inevitável perceber que a linguagem de Zumblick atinge os leigos e os admiradores da história e do belo.
 Uma das telas que não me sai da cabeça, desde os tempos de escola, é "O Monge José Maria - Conselho de Guerra." A luz da fogueira, o gestual do conselheiro e as feições dos ouvintes sempre me faz imaginar o que está sendo dito. Se olho por muito tempo, consigo escutar as estratégias, os lamentos daquele senhor com a cuia e a irreverência do jovem à direita, que prá mim, discorda da situação proposta... Para saber da bela história do Tubaronense Willy Alfredo Zumblick pesquisei AQUI. 


O Monge José Maria - Conselho de Guerra

Outras obras retiradas do SITE.

Acendendo o palheiro

Vigília no Campo
Jogando mora
Praia da Saudade
Rio Seco
Vanessa 
Eutimia

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Amarelando

Amarelo era o lápis que eu mais usava na minha época de escola.. Uma cor que me traz alegria! Na decoração não é diferente. Dá uma olhada nas fotos que tirei daqui.












Amarelo é alegria e alto-astral!!! Estimulante, vibrante. Eu diria até comunicativo. Lembro-me, quando morava no interior da Bahia, senti uma vontade de dormir em lençóis amarelos.  Fui no Supermercado G Barbosa e comprei aqueles jogos de lençol da Teka. Encontrei um lençol num amarelo gema, lindo! Não via a hora de deitar...
Vanessa
Eutimia