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terça-feira, 9 de abril de 2013

Artesanato em madeira

O nome dele é Elias. Não sei o nome da rua, no Rio de Janeiro, ele apresenta suas peças. Já era noite e ele estava montando um avião.. De longe, Dona Dina avistou as peças no chão. Atravessamos a rua e no meio, como uma praça arborizada, vimos e levamos um pouquinho dessa arte para casa. Entre aviões, trens, fuscas, motos, barcos, Elias nos contava sobre seu ofício. Sua esposa, também artesã, envia as peças para montagem e comércio no Rio. Ela mora no Pará.


Lindos trabalhos.

sábado, 1 de setembro de 2012

Educação Física

Parece que foi ontem: 1992 vestibular, matrícula no ensino superior, viagens de kombi azul para Criciúma diariamente, morar longe da casa dos pais, trabalhar como professora, idas para casa nos finais de semana, campeonatos, biblioteca, arbitragem, estágios, academias, fiscal de pista, aulas de natação numa piscina gelada, conhaque com café para esquentar, provas de anatomia, fisiologia, práticas de atletismo, parcerias, por do sol maravilhoso no caminho, desencontros, gente bonita, ginástica holística, primeiros socorros, psicologia, aula prática de anatomia, sonhos e expectativas, formatura. Especialização em Salvador, renovação de conhecimentos, artigo, ótimos professores. Escolhi uma profissão maravilhosa. Lecionei desde os meus 17 anos, escola do interior. Professorinha como minha avó já fora. Dividia um pasto cheio de gados soltos com meu pequenos alunos. Já me decepcionei. Tive momentos alegres, aprendi muito com os pequenos e grandes alunos. Participei de projetos importantes num povoado no Estado da Bahia, conheci outras realidades, tive uma enorme manifestação de gratidão e carinho exercendo a minha querida Educação Física. Hoje, um pouco mais de 1 ano, optei pela parte administrativa. Acredito que seja bom mudar. Mudar de profissão é difícil. Não desisti, apenas mudei. Continuo acreditando na Educação e na Educação Física e hoje parabenizo todos os meus professores e colegas de profissão.










segunda-feira, 30 de julho de 2012

Garota Alice Salazar

Faz um tempão que assisto aos videos de Alice Salazar. É imperdível! Além de mostrar, de forma fácil, maquiagens lindas, ela tem um senso de humor maravilhoso. Parece que ela fala contigo. Dona de um belo rosto e um sotaque sulista mega carregado, Alice é divertida e desbocada!! Ela tem várias premiações como maquiadora profissional e blogueira. Em breve terá lançada sua linha de maquiagem, que deverá vender como água. A danada ainda canta. Nossa! Deu prá perceber que sou fã, não é? Parece que nos conhecemos. Como é estranho este mundo virtual. Tenho uma simpatia gigante e fico na torcida prá que tudo dê certo na vida profissional desta garota Alice no Pais das Maravilhas Virtuais. O segredo de Alice?  Arrisco dizer: Fazer o que gosta, competência, persistência, simpatia e um punhado de sorte, é claro!




Tem mais AQUI, e AQUI

domingo, 1 de julho de 2012

Montanha Russa


Pinturinha!

Julho chegou chegando... Em grande estilo. Que Domingo lindo! O friozinho do sul e este sol maravilhoso faz com que o céu fique ainda mais azul.


Hoje eu separei um trecho do Livro" Montanha Russa" de Martha Medeiros.

Conta a história de um cara que era um chato e que, quando percebeu que seu casamento está indo para as cucuias, resolve se transformar num benfeitor, num boa praça: e se torna mais chato ainda.Todo mundo quer ser legal, e todo mundo se ferra na empreitada. É difícil ser legal o tempo inteiro. A gente consegue ser legal a maior parte do tempo, mas aí faz uma besteira e pronto: tudo o que você fez de bom é imediatamente esquecido e você se torna apenas aquele que fez a grande besteira. Aí você precisa de mais uns dois meses sendo exclusivamente legal para todo mundo esquecer da besteira. E quando eles esquecem, você faz outra, claro.Mas você é legal. Você é simpático com os amigos, dá sempre uma força quando eles precisam. Você puxa papo com o garçom, abre a porta do elevador para sua vizinha entrar, você acaricia a cabeça das criancinhas, você é fiel à sua namorada, você até empresta seus discos. Você é 24 horas por dia legal, até o momento em que sua mãe pede para você almoçar na casa dela, você vai e diz que o suflê está intragável. Está mesmo. Mas ela diz que você fala isso só para implicar, aí você pede desculpas, aí ela diz que você nunca aparece e quando aparece é para reclamar, aí você diz para ela parar de fazer chantagem emocional e aí ela corre para o quarto chorando e você, que achava que sua mãe já estava na menopausa, descobre que ela ainda sofre de TPM.Tem hora que é imprescindível chutar o balde. Tem hora que é fundamental deixar a verdade nua e crua vir à tona. Tem hora que você precisa dizer para sua namorada: eu te adoro, mas quero ficar sozinho hoje à noite, qual é o problema? O problema é que ela passa a te odiar. E você passa a achar que não tem vocação pra ser legal o tempo inteiro. E é verdade. Ninguém tem. É cansativo. Desgastante. Já somos legais à beça por tentar. Tem gente que nem isso.


Martha Medeiros


Bom domingão e eutimia...


Vanessa

terça-feira, 19 de junho de 2012

Rio de Janeiro com chuva - Continua lindo!


Na semana passada, fui ao Rio de Janeiro. Depois de 16 anos, retornei a um dos cartões postais mais belos do Brasil. Ganhei a viagem e a companhia de pessoinhas prá lá de especiais. Minha tia, irmã do meu pai, minha primoca e a sua babá rumo à cidade maravilhosa. 
Desde o começo, muita expectativa no primeiro voo da Dona Adair, senhora de 59 anos que dedicou mais de 20 anos de serviço e parceria à família. Partimos de Curitiba direto para o Galeão. Chegamos na 5ª feira e retornamos no sábado. A previsão do tempo já mostrava dias encobertos. Nada tiraria a alegria da viagem, nem mesmo o tempo carrancudo. Fazia 6º graus em Curitiba e no Rio, apesar de nublado, maravilhosos 21º graus! Seguimos do Aeroporto para o Hotel, em Copacabana. Almoçamos e fomos para o Alto da Boa Vista direto  ao Cristo Redentor.


Minha Tia, Dona Dina, sempre teve o sonho de conhecer o tão famoso monumento, dotado de uma simbologia cristã tamanha. Na entrada, a recepcionista avisava, aos turistas, que a visibilidade não estava boa. Alguns desistiram. Nós... Não! Subimos de trem com mais umas 6 pessoas.



O operador do trem, no meio do caminho, nos assustou dizendo que nos 709 metros  acima do nível do mar, estava mais frio e ventava ainda mais. Mesmo assim, estávamos certos da decisão. Chegamos e nos deparamos com pessoas voltando. Outras, nem desceram do trem. Subimos com mais 1 casal. Enquanto subíamos, uma turma de jovens descia entusiasmada. Olhei para minha prima e ela já compreendia que eu iria subir. Perguntamos a Dona Dina, no alto de seus 81 anos se ela se dispusera a subir... A resposta foi imediata e positiva. A Adair titubeou um pouco, mas logo encarou o desafio. Realmente o vento e a chuva eram muito fortes. Algumas vezes, chegava a nos jogar com força para o muro de proteção. Olhando para cima, logo no começo das escadarias, percebia o quão grandioso e espetacular momento estava por vir. Num lugar onde milhares de pessoas, do mundo inteiro, se aglomeram para tirar uma foto ou contemplar a vista panorâmica do Rio de Janeiro, era só nosso. Estávamos lá: Nós 4 com o Cristo Redentor só para nós! Foi muita emoção. Nem frio, nem vento, nem chuva  estragou a intensa alegria. Dá para notar, não é?
Iza, Dina e Adair

Não fizemos foto lá de cima, apenas registramos em nossas retinas e coração essa lembrança inigualável
Um dia que vai ficar na memória!!

Li  que lugares como o Rio de Janeiro você não conhece e sim reconhece.

Bjocas e eutimia!
Vanessa


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Perguntaram ao Dalai Lama:      
                
"O que mais te surpreende na Humanindade?"

Ele respondeu:


"Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E, por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido..."


                   

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Paciência: Uma virtude...

Sei que ando meio distante daqui. Ando por ali, meio cansada sentindo o peso da idade... Aniversário batendo na porta. Será meu inferno astral?  Sem perder o bom humor. Visitei os blogs dasamigas. Comentei em alguns. Tentei me inspirar e nada. Nadinha! Voltando do trabalho numa caminhada de 6 km, recebi um papelzinho de uma senhora que vinha em minha direção. Resolvi postar aqui o recorte de papel com a verdadeira mensagem impressa.
Ser paciente é analisar a situação, criar cenários, planejar, observar detalhadamente a situação, amadurecer... Acredito que paciência é uma maravilhosa virtude que pode ser aprendida se praticada. Poucos são os que têm paciência, mas muitos a querem. É fácil constatar isso diariamente em casa, no trabalho, no trânsito. Lembrei de um texto que li há tempos: 

SE TIVERES PACIÊNCIA 
         Se tiveres paciência, serás o sustentáculo do instituto doméstico, evitando conflitos e contendas entre aqueles que mais amas.
-o-
         Se tiveres paciência, auxiliarás ao colega de trabalho na inexperiência que demonstre, amparando-lhe o espírito contra a inquietação do desemprego e angariando um amigo para o dia de tuas necessidades.
-o-
         Se tiveres paciência com os amigos de teu grupo social, conseguirás vaciná-los contra o delírio da discórdia e contra o frio do desânimo.
-o-
         Se tiveres paciência com o teu próprio corpo, abstendo-te dos desmandos da cólera e das extravagâncias da alimentação, resguardarás a própria saúde.
-o-
         Se tiveres paciência, saberás cultivar a tolerância e a cortesia, nas vias públicas, sobrepondo-te, quase sempre, aos assaltos da delinqüência.
-o-
         Se tiveres paciência, a paz em ti se te fará clima da esperança e do otimismo, que te sustentarão nos caminhos do Bem.
(De “Nós”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

Paz de espírito (eutimia) e bom final de semana!
Vanessa

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs


Os telejornais anunciaram a morte do fundador da Apple, "Steve Jobs"
Assistindo ao Jornal Hoje,  vi a apresentadora Sandra Annenberg realmente impressionada com algumas frases ditas por Steve Jobs num discurso de formatura realizado há alguns anos. Vale a pena assistir o espirituoso gênio da informática falando de sua trajetória de vida.

Vanessa
Eutimia

domingo, 28 de agosto de 2011

Jorge e Alexa Narvaez

Eu me apaixonei por esta menina. Estou encantada com o jeitinho que ela canta ao lado de seu pai. Parece que a história toda começou com o fim do casamento de Jorge Narvaez (o pai). Para amenizar a aparente tristeza de ambos ele resolveu cantar junto com sua filha Alexa. Hoje, os vídeos passam de 30 milhões de exibição. Já fazem parte dos meus vídeos favoritos. 
O canal você acessa AQUI





Lindinha!!!

domingo, 21 de agosto de 2011

Paredão de Música

http://uwall.tv/

Prá quem gosta de músicas bem aleatórias, vai uma dica bem bacana AQUI. Tem pessoas que fazem tudo ouvindo música, trabalha, estuda, namora... Também gosto. A música influencia no meu humor. Acho que ela faz parte de tudo que faço. Fica presente, basta ouvir uma música que viajo, canto junto, sinto. Lembro-me, nos anos 80, que esperava tocar a mais pedida do dia para gravar numa fita cassete. Chato era quando o locutor atropelava a música e falava junto... Mas estava lá. Presa na minha super fita Basf. Eu podia ouvir quantas vezes quisesse. Hoje, basta um click. Que bom!


Ouvi uma vez que a música tem agregado valor intangível. Não é possível mensurar o mérito ou a valia. Para cada um de nós, ela pode representar um sentimento ou uma lembrança: alegre, saudoso, vitorioso, familiar... Mas se for uma lembrança triste... "Troque de estação!" E você? Gosta de ouvir o quê? Cante aí para eu ouvir!


Bom som e eutimia.


Vanessa 
Eutimia

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

NOSSOS DIAS MELHORES NUNCA VIRÃO?

Fico impressionada com os textos que são escolhidos pelas bancas de concurso público. Confesso que aprecio muito a literalidade de Jabor.  Vale a pena ler e refletir.

   Ando em crise, numa boa, nada de grave. Mas, ando em crise com o tempo. Que estranho "presente" é este que vivemos hoje, correndo sempre por nada, como se o tempo tivesse ficado mais rápido do que a vida, como se nossos músculos, ossos e sangue estivessem correndo atrás de um tempo mais rápido.
As utopias liberais do século 20 diziam que teríamos mais ócio, mais paz com a tecnologia. Acontece que a tecnologia não está aí para distribuir sossego, mas para incrementar competição e produtividade, não só das empresas, mas a produtividade dos humanos, dos corpos. Tudo sugere velocidade, urgência, nossa vida está sempre aquém de alguma tarefa. A tecnologia nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas, fábricas vivas, chips, pílulas para tudo.
Temos de funcionar, não de viver. Por que tudo tão rápido? Para chegar aonde? A este mundo ridículo que nos oferecem, para morrermos na busca da ilusão narcisista de que vivemos para gozar sem parar? Mas gozar como? Nossa vida é uma ejaculação precoce. Estamos todos gozando sem fruição, um gozo sem prazer, quantitativo. Antes, tínhamos passado e futuro; agora, tudo é um "enorme presente", na expressão de Norman Mailer. E este "enorme presente" é reproduzido com perfeição técnica cada vez maior, nos fazendo boiar num tempo parado, mas incessante, num futuro que "não pára de não chegar".
Antes, tínhamos os velhos filmes em preto-e-branco, fora de foco, as fotos amareladas, que nos davam a sensação de que o passado era precário e o futuro seria luminoso. Nada. Nunca estaremos no futuro. E, sem o sentido da passagem dos dias, da sucessibilidade de momentos, de começo e fim, ficamos também sem presente, vamos perdendo a noção de nosso desejo, que fica sem sossego, sem noite e sem dia. Estamos cada vez mais em trânsito, como carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa, e cada vez mais nossa identidade vai sendo programada. O tempo é uma invenção da produção. Não há tempo para os bichos. Se quisermos manhã, dia e noite, temos de ir morar no mato.
Há alguns anos, eu vi um documentário chamado Tigrero, do cineasta finlandês Mika Kaurismaki e do Jim Jarmusch sobre um filme que o Samuel Fuller ia fazer no Brasil, em 1951. Ele veio, na época, e filmou uma aldeia de índios no interior do Mato Grosso. A produção não rolou e, em 92, Samuel Fuller, já com 83 anos, voltou à aldeia e exibiu para os índios o material colorido de 50 anos atrás. E também registrou, hoje, os índios vendo seu passado na tela. Eles nunca tinham visto um filme e o resultado é das coisas mais lindas e assustadoras que já vi.
Eu vi os índios descobrindo o tempo. Eles se viam crianças, viam seus mortos, ainda vivos e dançando. Seus rostos viam um milagre. A partir desse momento, eles passaram a ter passado e futuro. Foram incluídos num decorrer, num "devir" que não havia. Hoje, esses índios estão em trânsito entre algo que foram e algo que nunca serão. O tempo foi uma doença que passamos para eles, como a gripe. E pior: as imagens de 50 anos é que pareciam mostrar o "presente" verdadeiro deles. Eram mais naturais, mais selvagens, mais puros naquela época. Agora, de calção e sandália, pareciam estar numa espécie de "passado" daquele presente. Algo decaiu, piorou, algo involuiu neles.
Lembrando disso, outro dia, fui atrás de velhos filmes de 8mm que meu pai rodou há 50 anos também. Queria ver o meu passado, ver se havia ali alguma chave que explicasse meu presente hoje, que prenunciasse minha identidade ou denunciasse algo que perdi, ou que o Brasil perdeu... Em meio às imagens trêmulas, riscadas, fora de foco, vi a precariedade de minha pobre família de classe média, tentando exibir uma felicidade familiar que até existia, mas precária, constrangida; e eu ali, menino comprido feito um bambu no vento, já denotando a insegurança que até hoje me alarma. Minha crise de identidade já estava traçada. E não eram imagens de um passado bom que decaiu, como entre os índios. Era um presente atrasado, aquém de si mesmo. A mesma impressão tive ao ver o filme famoso de Orson Welles, It's All True, em que ele mostra o carnaval carioca de 1942 - únicas imagens em cores do País nessa década. Pois bem, dava para ver, nos corpinhos dançantes do carnaval sem som, uma medíocre animação carioca, com pobres baianinhas em tímidos meneios, galãs fraquinhos imitando Clark Gable, uma falta de saúde no ar, uma fragilidade indefesa e ignorante daquele povinho iludido pelos burocratas da capital. Dava para ver ali que, como no filme de minha família, estavam aquém do presente deles, que já faltava muito naquele passado.
Vendo filmes americanos dos anos 40, não sentimos falta de nada. Com suas geladeiras brancas e telefones pretos, tudo já funcionava como hoje. O "hoje" deles é apenas uma decorrência contínua daqueles anos. Mudaram as formas, o corte das roupas, mas eles, no passado, estavam à altura de sua época. A Depressão econômica tinha passado, como um grande trauma, e não aparecia como o nosso subdesenvolvimento endêmico. Para os americanos, o passado estava de acordo com sua época. Em 42, éramos carentes de alguma coisa que não percebíamos. Olhando nosso passado é que vemos como somos atrasados no presente. Nos filmes brasileiros antigos, parece que todos morreram sem conhecer seus melhores dias.
E nós, hoje, nesta infernal transição entre o atraso e uma modernização que não chega nunca? Quando o Brasil vai crescer? Quando cairão afinal os "juros" da vida? Chego a ter inveja das multidões pobres do Islã: aboliram o tempo e vivem na eternidade de seu atraso. Aqui, sem futuro, vivemos nessa ansiedade individualista medíocre, nesse narcisismo brega que nos assola na moda, no amor, no sexo, nessa fome de aparecer para existir. Nosso atraso cria a utopia de que, um dia, chegaremos a algo definitivo. Mas, ser subdesenvolvido não é "não ter futuro"; é nunca estar no presente.
Por Arnaldo Jabor.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Como usar lenços e echarpes em vídeo...

Oi pessoas... Sei que estou BEM ausente por aqui, mas tenho um motivo: Estou estudando para concurso novamente. Dou uma passadinha sempre de leve, às vezes comento nos blogs que sou seguidora, mas fazer um post está bastante complicado. 
Há um tempinho atrás, encontrei num site bem bacana que achei por acaso numa pesquisa sem muitas intenções... Hoje compartilho com vocês um vídeo desse site. O vídeo é sobre lenços, cachecóis, echarpes e afins. Sem dúvida nenhuma, são acessórios que valorizam e permitem transformar uma produção simples em ELEGÂNCIA E ESTILO. 
Confesso que tenho alguns cachecóis e uso de forma despretensiosa por falta de ideias bacanas. Com esse friozinho que tem feito, vale a pena tirar o cachecol do baú e escolher uma maneira bem divertida e charmosa de usá-lo. Eu amei a forma que ele é mostrado aqui no vídeo. Dá uma olhada. São 25 maneiras de usar.



Bom. Eu espero que vocês gostem e comentem.   AQUI é o link do site do vídeo. Nele tem várias coisinhas bacanas. Valeu pessoas... Vou voltar aqui para os meus papiros. Até breve.

Vanessa
Eutimia

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Campanha do agasalho: Calor que vem do coração

 "Já flertei com a bela primavera, tive uma louca paixão pelo verão, namorei e casei com o outono, mas sou amante do inverno."

 Aprecio os dias de inverno. Sou meio manhosa. Gosto de estudar para concurso no inverno. Já fiz isso em janeiro e quase enlouqueci de calor. Acho o sol mais bonito nas tardes de outono/inverno. As pessoas se vestem melhor, principalmente os homens! As comidas quentes, sopas, caldos, chocolate quente e um bom café, tudo é mais apetitoso. Lembro-me, com a chegada do frio, de um comercial antigo que escutava quando criança. Pesquisando no maravilhoso oráculo "Google" encontrei a música que era o hit do meu inverno infantil.

"Quem bate? É o frio... Não adianta bater, eu não deixo você entrar. As Casas Pernambucanas é que vão aquecer o meu lar. Vou comprar flanelas, lãs e cobertores eu vou comprar. Nas Casas Pernambucanas e nem vou sentir o inverno passar."

O vídeo data 1962. Eu não tinha nascido ainda, mas há várias versões do mesmo comercial. Acredito que minhas recordações sejam de 1979,  por aí. A música é a mesma.
 Monalisa sofre um pouco com o frio. "Na Bahia não era assim"... Ela vive encolhida no meio das cobertas. Quando chove então, não sai para nada! Nem prá comer!
 Mas o frio dói. Dói na carne de quem não tem um lar, um cobertor, um casaco. Por isso, há 14 anos, a RBS TV de SC promove a Campanha do Agasalho. Neste ano o slogan é "O calor que vem do coração"
Para saber como participar, acesse AQUI.  Eu e Monalisa já fizemos nossa doação. E você?

Vanessa
Eutimia

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Acordo ortográfico

Uma dica interessante. Foi lançado um site chamado "Um português". Uma ótima opção para essa transição entre a antiga e a nova ortografia. O site tem um verificador ortográfico. Você copia ou digita um texto e ele, além de corrigir as palavras que estão escritas de modo incorreto, explica o porquê dos erros.
Eu achei bem útil. Dá uma conferida Aqui


Vanessa
Eutimia



quinta-feira, 19 de maio de 2011

Capoeira

 Meu contato com a capoeira foi apaixonante. Em Salvador, é possível ver capoeristas jogando na orla em qualquer horário do dia. Na faculdade tivemos várias rodas de capoeira em nossas aulas. Nas escolas onde trabalhei também.
Fiz parte aqui em SC, por um curto período, do Grupo do Mestre Tigre. A música, os movimentos e a roda são contagiantes. As letras das músicas são histórias cheias de misticismo, heroísmos, amor e contos bravantes de um povo corajoso.
 Conta a história, que pela proibição das lutas nos engenhos, os escravos utilizavam o ritmo das danças africanas adaptado com a luta. Capoeira: Arte marcial brasileira disfarçada de dança. Nos próprios golpes percebe-se esse disfarce. O sorriso e a alegria nos rostos são notórios. Sem contar o baita exercício físico que faz você cansar e querer mais.
 Até 1930 a Capoeira era proibida aqui no Brasil. O renomado Mestre Bimba apresentou a capoeira ao então presidente do Brasil, Getúlio Vargas. Esse transformo-a em um esporte brasileiro. 
 Fiz algumas imagens da roda de Capoeira em 2009. A mais de 10 anos, todos os sábados, às 10 horas da manhã, em frente à Igreja Matriz de Floripa, este axé está disponível a todos. 

Plasticidade nos movimentos
Instrumentos tocados com paixão

Lindo Berimbau
Uma pitada de devoção e sentimento
Em breve farei um post sobre um Menino Mestre chamado Tigre.
Vanessa
Eutimia

terça-feira, 17 de maio de 2011

Quando sua realidade muda seus sonhos não precisam mudar.

Mais um comercial fantástico. Não estou fazendo apologia à bebida, mas a história que resgataram para passar essa mensagem é linda e real.

Vale conferir, aliás, as campanhas de marketing da Coca-cola e Johnnie Walker sempre trazem uma reflexão bem distante da real venda do produto. Falam de vida, sonhos... E você? Gostou?

Quando sua realidade muda seus sonhos não precisam mudar.

 Vanessa
Eutimia

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Coca-Cola

Há quem ama. Há quem odeie. Mas o que eu amei foi a campanha Coca-Cola 2011:
"Existem razões para acreditar. Os bons são maioria."
Baseada numa pesquisa que conclui  que no mundo há mais soluções que problemas.

Também acredito nisso.  E você? Acredita?
Vanessa
Eutimia

terça-feira, 10 de maio de 2011

Lounge Music...

Lounge é um estilo musical que mistura sons da década de 20, 30. Popularizado como som ambiente  usado em barzinhos e restaurantes. Mistura o acústico com o eletrônico. Geralmente são músicas para relaxar e deixar o lugar com uma atmosfera de aconchego. Com o passar dos anos apareceram os subgêneros. Sem dúvida, um som gostoso de sentir. Para quem se interessou pela música da uma passada por aqui.
Mas eu vim falar do Lounge da Mormaii. Um óculos lindo, sofisticado, que como a música, mistura estilos e beleza com harmonia. Lançamento 2011,  Lounge é um dos 7 modelos que nomeiam a nova coleção de óculos Mormaii.

Lounge Mormaii

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Caminhos da América

Sexta-feira dia 06 de maio, fomos no lançamento do documentário Caminhos da América. Vantuir, amigo de longa data, fez um belo trabalho junto com o fotógrafo Bonotto. Nosso Van, que é um faz tudo tentante, confirma a seguinte frase de Saramago "A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembranças, em narrativa (...)" 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Fênix

Segundo o site Wikipedia, Fênix é um pássaro da mitologia Grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas.

 A conceituada marca Mormaii  lançou, na feira de Milão, o Fênix. Esse é o Primeiro óculos amigo da natureza. Aqui você encontra mais modelos e lançamentos Mormaii.


Essa é uma das opções de cores.


Com matéria prima 100% reciclada, lentes à base de óleo de origem vegetal e pintura a base d'água. O Fênix vem em sacola desenvolvida com fibra de garrafa pet reciclada. Acompanha papel plantável - isso mesmo, você planta o papel e nasce uma muda -, com sementes certificadas! Fênix está inserido no reconhecido projeto CARBONOK. Mais informações sobre o projeto aqui.



Vanessa
Eutimia